O fruto é uma drupa com caca grossa, polpa branca, com ponta na base, de cor amarela. Originada na Bolívia em clima subtropical. Consumida ao natural.
Este blog tem como objetivo mostra o curioso e vasto universo das frutas com suas formas exóticas e raras. Tanto as regionais brasileiras, como de outras regiões do continente.
domingo, 12 de janeiro de 2014
ACHACHAIRÚ
KIWANO
Também conhecido como: Kino, Kiwano, Quivano, Pepino-africano, Melão-corneta (Hornet Melon), Melão-gelatina (Jelly Melon), Melano
Origem
: África (Deserto de Kalahari)
É
mais uma trepadeira da família das Cucurbitaceaes que produzem
frutos comestíveis, extremamente exóticos e medicinais.
O
Kino, como é conhecido aqui no Brasil, é um fruto
pouposo, saboroso, aromático, coberto por uma casca alaranjada
com espinhos rijos e interior esverdeado, o que lhe confere uma
aparência muito atraente.
Quando
verde, o Kino tem sabor que lembra uma mistura e kiwi e pepino;
quando maduro, seu sabor assemelha-se ao da banana. É um fruto
relativamente médio, não ultrapassando 15cm de
comprimento.
É
consumido cru ou em formas de doces, pastas, compotas, geleias, em
saladas, cozidos de carnes, etc. É rico em potássio e
funciona como leve laxante e digestivo. Não deve ser
conservado em geladeiras, uma vez que é muito sensível
a baixas temperaturas. Se conservado em temperatura ambiente de 20 a
25˚C, prolonga sua duração por meses.
É
nativo do deserto do Kalahary, no sul da África. Foi
introduzido em diversos países europeus e inclusive na Nova
Zelândia, que acabou se tornando seu maior produtor.
PITAYA DO ORIENTE
Frutos também conhecida como Fruta do Dragão
Conheça a pitaya, fruta do Oriente que despertou interesse dos gricultores no Brasil
As primeiras mudas foram plantadas em São Paulo, que ainda é o maior estado produtor.
Plantaram 5 variedade: Vermelha de polpa branca, Vermelhas de polpas roxa, Amarelas de polpas branca, Pitaya do cerrado, Pitaya Baby.
Também conhecida como fruta do dragão, por causa da casca irregular e dos gomos escamosos, a pitaya tem um leve sabor adocicado, que lembra o do kiwi. Com ação termogênica e apenas 50 calorias em cada 100 g. "Ela ainda é rica em vitamina C, cálcio, ferro, fósforo e potássio,
Também conhecida como fruta do dragão, por causa da casca irregular e dos gomos escamosos, a pitaya tem um leve sabor adocicado, que lembra o do kiwi. Com ação termogênica e apenas 50 calorias em cada 100 g. "Ela ainda é rica em vitamina C, cálcio, ferro, fósforo e potássio,
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| Foto da Pitaya de polpa roxa e Pitaya de polpa branca muito comum no México e também cultivada no brasil. |
sábado, 11 de janeiro de 2014
TAMARILLO
Antes de 1967, a tamarillo era conhecido como o "tomate de árvore"
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| FRUTO TAMARILLO |
Hoje, ainda é cultivada em jardins e pequenos pomares para a produção local, e é uma das frutas mais populares nestas regiões.
Outras regiões de cultivo são as áreas subtropicais de todo o mundo, como a África do Sul , Índia , Hong Kong , China , Estados Unidos ,Austrália e Nova Zelândia .
A primeira colheita internacionalmente comercializada de tamarillos na Austrália foi produzido por volta de 1996, embora os entusiastas de frutas exóticas de permacultura e tinha crescido cada vez mais o fruto de todo o país a partir de meados dos anos 1970.
Na Nova Zelândia, cerca de 2.000 toneladas são produzidas em 200 hectares de terra e exportado para os Estados Unidos, Japão e Europa . Para a exportação, os canais de comercialização já existentes desenvolvidos para o kiwis são usados.
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| TAMARILLO - PLANTA |
A tamarillo também é cultivada com sucesso em altitudes mais elevadas da Malásia e Filipinas , e em Porto Rico .
Nas planícies tropicais quentes, desenvolve-se apenas pequenas frutas.
FONTE: http://en.wikipedia.org/wiki/Tamarillo
FONTE: http://en.wikipedia.org/wiki/Tamarillo
PEQUÍ
O fruto pode ser apreciado em variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. Além de doces e sorvetes.
De cor verde, quando maduro, possui em seu interior um caroço revestido por uma polpa macia e amarela, a parte comestível. O pequi pertence à família das cariocáceas, pode ser encontrado em toda a região Centro Oeste (considerada a capital da fruta), nos estados de Rondônia, Minas Gerais, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, visto que somente em Goiás podem ser encontradas todas as espécies. A frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro.
O pequi faz parte da culinária goiana há séculos, desde o início do século XVIII, nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa (cidade de Goiás). Por ser rico em óleo insaturado, vitaminas A, C e E; fósforo, potássio, magnésio e carotenóides; sua ingestão previne tumores, problemas cardiovasculares e evitam a formação de radicais livres.
O consumo do pequi requer cuidado, em razão dos inúmeros e minúsculos espinhos encontrados debaixo da polpa. Assim, é indicado que se roa o caroço, lentamente, ao invés de mordê-lo.
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| PEQUÍ ou PEQUIÁ - o seu consumo requer alguns cuidados |
O pequi, fruto do pequizeiro, é nativo do cerrado brasileiro. É muito utilizado na culinária da região Nordeste, Centro Oeste e norte de Minas Gerais. De sabor marcante e peculiar, o pequi é consumido cozido, puro ou misturado com arroz, frango. Da polpa pode se extrair também o azeite de pequi, um óleo usado para condimento e na fabricação de licores. Na língua indígena, pequi significa “casca espinhenta”.
De cor verde, quando maduro, possui em seu interior um caroço revestido por uma polpa macia e amarela, a parte comestível. O pequi pertence à família das cariocáceas, pode ser encontrado em toda a região Centro Oeste (considerada a capital da fruta), nos estados de Rondônia, Minas Gerais, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, visto que somente em Goiás podem ser encontradas todas as espécies. A frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro.
O pequi faz parte da culinária goiana há séculos, desde o início do século XVIII, nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa (cidade de Goiás). Por ser rico em óleo insaturado, vitaminas A, C e E; fósforo, potássio, magnésio e carotenóides; sua ingestão previne tumores, problemas cardiovasculares e evitam a formação de radicais livres.
O consumo do pequi requer cuidado, em razão dos inúmeros e minúsculos espinhos encontrados debaixo da polpa. Assim, é indicado que se roa o caroço, lentamente, ao invés de mordê-lo.
Uma unidade de pequi, pesa aproximadamente 50g e possui 40 calorias.
REFERÊNCIA : http://www.brasilescola.com/frutas/pequi.htm
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