domingo, 12 de janeiro de 2014

ACHACHAIRÚ

O fruto é uma drupa com caca grossa, polpa branca, com ponta na base, de cor amarela. Originada na Bolívia em clima subtropical. Consumida ao natural.


Natural das florestas quente-úmidas da bacia amazônica, essa pequena árvore cresce facilmente a partir de sementes, em torno de  quatro anos em seu local de origem. É uma fruta bastante apreciada na Bolívia onde é largamente produzida e consumida. A planta tem o formato muito variavel, dependendo da região onde vegeta, e o fruto varia por região, com diferentes espécies cultivadas pelas populações locais.
O fruto do Achachairu é globoso-oblongo, de polpa branca, suculenta  e textura mucilaginosa com acentuado sabor doce-acidulado. Vem sendo cultivado no nordeste brasileiro e comercializada no Ceagesp, propagando-se por sementes.
Segundo o produtor Hélio Nogueira, a planta alcança no máximo oito metros de altura e produz cerca de três mil unidades. Leva seis anos para começar a produzir, se for plantada a partir da semente. Para não esperar todo esse período, ele começou experimentar enxertos e esse tempo caiu para três anos. "Este ano é o momento de divulgar a fruta, fazer as pessoas conhecerem", diz o produtor. Ele diz que a cultura do achachairu, nas condições climáticas do Cerrado, tem o período de florescimento entre os meses de julho a setembro. O amadurecimento dos frutos ocorre de novembro a janeiro.
O Achachairu é planta perene, de pequeno porte (6 a 9m), desenvolvendo-se bem em condições amenas de temperatura e solos ricos em matéria orgânica e bem drenados, com boa disponibilidade de água. Da familia das clusiaceae, "essa frutífera pertence ao gênero Garcinia  (ex-Rheedia), cujo parente mais famoso é o mangostão (Garcinia mangostana L.), originado no trópico asiático.

KIWANO

Também conhecido como: Kino, Kiwano, Quivano, Pepino-africano, Melão-corneta (Hornet Melon), Melão-gelatina (Jelly Melon), Melano
Origem : África (Deserto de Kalahari)
É mais uma trepadeira da família das Cucurbitaceaes que produzem frutos comestíveis, extremamente exóticos e medicinais.

O Kino, como é conhecido aqui no Brasil, é um fruto pouposo, saboroso, aromático, coberto por uma casca alaranjada com espinhos rijos e interior esverdeado, o que lhe confere uma aparência muito atraente.

Quando verde, o Kino tem sabor que lembra uma mistura e kiwi e pepino; quando maduro, seu sabor assemelha-se ao da banana. É um fruto relativamente médio, não ultrapassando 15cm de comprimento.

É consumido cru ou em formas de doces, pastas, compotas, geleias, em saladas, cozidos de carnes, etc. É rico em potássio e funciona como leve laxante e digestivo. Não deve ser conservado em geladeiras, uma vez que é muito sensível a baixas temperaturas. Se conservado em temperatura ambiente de 20 a 25˚C, prolonga sua duração por meses.


É nativo do deserto do Kalahary, no sul da África. Foi introduzido em diversos países europeus e inclusive na Nova Zelândia, que acabou se tornando seu maior produtor.


PITAYA DO ORIENTE

Frutos também conhecida como Fruta do Dragão 

Conheça a pitaya, fruta do Oriente que despertou interesse dos gricultores no Brasil

As primeiras mudas foram plantadas em São Paulo, que ainda é o maior estado produtor. 
Plantaram 5 variedade: Vermelha de polpa branca, Vermelhas de polpas roxa, Amarelas de polpas branca, Pitaya do cerrado, Pitaya Baby.
Também conhecida como fruta do dragão, por causa da casca irregular e dos gomos escamosos, a pitaya tem um leve sabor adocicado, que lembra o do kiwi. Com ação termogênica e apenas 50 calorias em cada 100 g. "Ela ainda é rica em vitamina C, cálcio, ferro, fósforo e potássio,


Foto da Pitaya de polpa roxa e Pitaya de polpa branca muito comum no México e também cultivada no brasil.











Foto: PITAYA AMARELA COM POLPA BRANCA

sábado, 11 de janeiro de 2014

TAMARILLO

Antes de 1967, a tamarillo era conhecido como o "tomate de árvore" 


FRUTO TAMARILLO
A tamarillo é nativo do Andes do Peru , Chile , Equador , Colômbia e Bolívia .
Hoje, ainda é cultivada em jardins e pequenos pomares para a produção local, e é uma das frutas mais populares nestas regiões. 
Outras regiões de cultivo são as áreas subtropicais de todo o mundo, como a África do Sul , Índia , Hong Kong , China , Estados Unidos ,Austrália e Nova Zelândia .
A primeira colheita internacionalmente comercializada de tamarillos na Austrália foi produzido por volta de 1996, embora os entusiastas de frutas exóticas de permacultura e tinha crescido cada vez mais o fruto de todo o país a partir de meados dos anos 1970.
Na Nova Zelândia, cerca de 2.000 toneladas são produzidas em 200 hectares de terra e exportado para os Estados Unidos, Japão Europa . Para a exportação, os canais de comercialização já existentes desenvolvidos para o kiwis são usados.


TAMARILLO  - PLANTA
A tamarillo também é cultivada com sucesso em altitudes mais elevadas da Malásia e Filipinas , e em Porto Rico . 
Nas planícies tropicais quentes, desenvolve-se apenas pequenas frutas. 

FONTE: http://en.wikipedia.org/wiki/Tamarillo


PEQUÍ

O fruto pode ser apreciado em variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. Além de doces e sorvetes.

PEQUÍ ou PEQUIÁ - o seu consumo requer alguns cuidados



O pequi, fruto do pequizeiro, é nativo do cerrado brasileiro. É muito utilizado na culinária da região Nordeste, Centro Oeste e norte de Minas Gerais. De sabor marcante e peculiar, o pequi é consumido cozido, puro ou misturado com arroz, frango. Da polpa pode se extrair também o azeite de pequi, um óleo usado para condimento e na fabricação de licores. Na língua indígena, pequi significa “casca espinhenta”.

De cor verde, quando maduro, possui em seu interior um caroço revestido por uma polpa macia e amarela, a parte comestível. O pequi pertence à família das cariocáceas, pode ser encontrado em toda a região Centro Oeste (considerada a capital da fruta), nos estados de Rondônia, Minas Gerais, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, visto que somente em Goiás podem ser encontradas todas as espécies. A frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro.

O pequi faz parte da culinária goiana há séculos, desde o início do século XVIII, nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa (cidade de Goiás). Por ser rico em óleo insaturado, vitaminas A, C e E; fósforo, potássio, magnésio e carotenóides; sua ingestão previne tumores, problemas cardiovasculares e evitam a formação de radicais livres.

O consumo do pequi requer cuidado, em razão dos inúmeros e minúsculos espinhos encontrados debaixo da polpa. Assim, é indicado que se roa o caroço, lentamente, ao invés de mordê-lo.
Uma unidade de pequi, pesa aproximadamente 50g e possui 40 calorias.