quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

MIRACULINA ( A fruta Milagrosa )

A fruta diabólica que tem o poder de enganar sua língua. Conhecida como fruta do milagre ou fruta milagrosa, é nativa da África e é conhecida pelos ocidentais desde o século XVIII. 



A frutinha contém uma glicoproteína chamada miraculin, que ao entrar em contato com os botões gustativos na língua, altera a percepção dos sabores ácidos e amargos, que aparentam ser doces. O mecanismo exato não é conhecido, uma hipótese é que a miraculin distorça a forma dos receptores para doces temporariamente. O efeito dura em média entre 30 minutos e 2 horas.

De acordo com uma cientista da University of Florida que estudou a fruta, Linda Bartoshuk, não há risco associado à sua ingestão. 

A fruta tem se popularizado em alguns eventos gastronômicos denominados “flavour tripping parties”, onde os convidados utilizam a fruta e então passam a provar diversos sabores alterados, como limão, vinagre, tequila e queijos, que perdem a acidez e passam a ser doces. 

Cabe aqui um alerta de que embora os sabores altamente ácidos não sejam percebidos após o contato da fruta com a língua, os ácidos ainda podem causar, se ingeridos em excesso, diversos distúrbios à saúde, especialmente a saúde bucal.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

MÃO DE BUDA

Famosa em países como Japão e China, é uma fruta cítrica que cresce em arbustos espinhosos ou em pequenas árvores. 


O corpo do fruto é separado em secções que se parecem com dedos, o que lhe dá o nome, e muitas vezes não tem polpa nem sementes.
A mão do Buda, ou dedos citron é uma fruta cítrica e perfumada, popular, comumente consumida na Ásia. 


Na Ásia é especialmente utilizado para perfumar casas ou roupa devido à sua forte fragrância, mas também serve para cozinhar; além disso, é usada como oferenda nos templos de oração budistas já que, segundo a tradição, Buda prefere que a fruta se pareça com uma mão fechada, pois representa a oração, enquanto a mão aberta é uma saudação ou debate.


Através da casca grossa você vai encontrar uma pequena quantidade de bagas sem sementes, ácida sendo uma reminiscência de um limão.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ARATICUM DO CERRADO

O araticum-do-cerrado, é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, popularmente chamada de marolo, cabeça-de-negro ou bruto. Outros frutos que pertencem à família  têm forma parecida com o araticum-do-cerrado, como a ata, também conhecida como pinha ou fruta-do-conde. O nome araticum vem do tupi e significa “fruto mole”. Não apresentam grande quantidade de frutos, mas em compensação apresentam frutos de até 2 kg.


O araticum-do-cerrado é um fruto grande, que apresenta polpa adocicada, rica em ferro, potássio, cálcio, vitamina C, vitamina A, vitamina B1 e B2. Com relação às polpas ocorrem dois tipos de frutos: o araticum de polpa rosada, mais doce e macio; e o araticum de polpa amarelada, não muito macio e um pouco ácido. Na época de sua frutificação são comuns o seu consumo pelas populações locais e sua comercialização em feiras ou em beira de estradas.
Na culinária, o araticum-do-cerrado é a espécie mais bem aproveitada da família. 
Além de seu consumo in natura, também são produzidos, a partir dele, bolachas, geleias, sucos, licores, bolos, sorvetes, doces, entre várias outras receitas. As folhas e sementes do araticunzeiro são utilizadas para conter a diarreia, induzir a menstruação, além de serem usadas no tratamento de úlceras, cólicas, câncer de pele e reumatismo.
Infelizmente muitos araticunzeiros estão sendo arrancados em razão do desmatamento. Como a semente demora muito para germinar (em torno de 300 dias), corre-se o risco de não haver mais essa árvore, típica do cerrado, sem o cultivo humano.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

PINEBERRY

O Pineberry é um morango. Eles foram divulgados na Alemanha, em abril de 2009, como morango abacaxi. 



É um híbrido de Fragaria chiloensis, originários da América do Sul, e Fragaria virginiana, originários da América do Norte.
A pineberry é menor do que um morango comum, quando maduro, é quase completamente branco, mas com "sementes" vermelhas.
A fruta pode variar de suave branco ao laranja e é muito perfumado, com um ligeiro sabor abacaxi . A planta é resistente à doença, mas não é muito rentável, devido à agricultura de pequena escala , tamanho das bagas pequena e baixo rendimento das culturas.
O Pineberry tem sido comercializado para restaurantes europeus, padarias e mercados grossistas.
A baga tem sido apelidado de Pineberry para o mercado do Reino Unido, onde se tornou disponível em 2011.
Pineberries eram quase extinto até 2003, quando agricultores holandeses salvaram a planta. Os fazendeiros descobriram a planta na França e decidiram plantar comercialmente. 


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

BURITÍ

Uma palmeira muito alta, nativa de Trinidad e Tobago e das Regiões Central e Norte da América do Sul, especialmente de Venezuela e Brasil. Neste país, predomina nos estados de Roraima,RondôniaAmazonasParáMaranhão e Piauí, mas também encontra-se nos estados do CearáBahiaGoiásTocantinsMinas GeraisMato GrossoMato Grosso do Sul,AcreRio de JaneiroSão Paulo e no Distrito Federal. É também conhecida como coqueiro-buritiburitizeiromiritimuritimuritimmurutipalmeira-dos-brejos,carandá-guaçu e carandaí-guaçu

FRUTO DO BURITÍ
Seu fruto, além de rico em vitamina AB e C, ainda fornece cálcioferro e proteínas. Consumido tradicionalmente ao natural, o fruto do buriti também pode ser transformado em docessucospicolélicor, vinho, sobremesas de paladar peculiar e ração de animais.

PALMEIRA DE BURITÍ FRUTIFICADA

PALMEIRA DE BURITÍ NA NATUREZA
O buriti é de grande importância na manutenção de olhos d'água naturais, chegando até a conservar locais alagadiços, de água pura e permanente. Em locais que os olhos d'agua(nascentes) estão secando, recomenda-se que se plante Palmeiras Buriti (além de árvores como Ingá, Sangra-d'agua, entre outras) para recuperá-las. Por isso a grande importância em preservar a palmeira buriti.


GOJI BERRY

O novo superalimento da moda chega ao Brasil, já é a sensação do momento entre os famosos de Hollywood como a Madonna, Victória Beckham, Mick Jagger e Kate Moss.


Goji Berry é uma fruta originária do sul da Ásia – China, Tibete, Índia –  usada a mais de 2500 anos como alimento funcional, é muito consumida pelos orientais em chás e sopas por ser rica em aminoácidos, carotenoides, e pela sua alta concentração de vitamina C, que é 50 vezes maior que a da laranja (2500 miligramas da vitamina - fruta seca), além disso é conhecida também por acelerar o metabolismo,  conter  fibras e ajudar na saciedade o que a tornou famosa por ser uma adepta potencial nas dietas para perda de peso.  

Ainda existem poucos estudos científicos que expliquem melhor os benefícios da fruta, no entanto alguns estudos relatam uma melhora no funcionamento do sistema gastrointestinal,   humor e bem-estar durante o consumo continuo do suco desta fruta. 

Além disso este fruto pode apresentar efeitos positivos no tratamento de doenças como a arterosclerose, o câncer, o diabetes, apresenta efeito hepatoprotetor e neuroprotetor e ainda pode auxiliar no tratamento da hipertensão arterial.  Os benefícios da Goji Berry não param por aí, por ser rica em Vitamina C o consumo periódico da fruta ainda garante prevenção do envelhecimento precoce e melhora do sistema imunológico.
Aqui no Brasil a fruta pode ser encontrada em conserva, na forma seca semelhante a uvas passas ou em forma de cápsulas, porém já está sendo vendida também sementes e mudas para o cultivo em casa.

RAMBOTÃO

O Rambutão, rambutã, Rambutan ou rambotã é o fruto da rambutaneira (Nephelium lappaceum), uma árvore tropical de tamanho médio, da família das Sapindaceae, que se julga ser nativa do Arquipélago Malaio. 

O rambutão é um fruto comestível, muito abundante no Sudeste Asiático, sobretudo na Tailândia. É de cor vermelha (podendo raramente apresentar também cor amarela ou alaranjada), com uma casca dura revestida de "espinhos" tenros, assemelhando-se a pequenos ouriços. O seu interior é carnudo, com uma polpa translúcida de cor rosada, de sabor doce e ligeiramente ácido. Contém apenas uma semente (caroço), de cor acastanhada, tóxica, pelo que nunca deve ser consumida com a sua polpa. O seu interior é muito semelhante aos frutos longan e lichia. 

A sua designação deriva da palavra malaia rambut, que significa "cabelo". É uma referência ao aspecto externo do fruto, que lembra fios de cabelo.

Segundo a crença popular, a origem de seu nome, rambutan é nativa da Indonésia e da Malásia. O registro mais antigo de árvores rambutan mostrar que eles foram cultivadas pelas tribos da selva da Malásia em torno de seus assentamentos temporários, uma prática seguida até à data. Rambutan árvores crescem naturalmente na Tailândia, o Vietnã, a Filipinas (onde é também chamado de "laguan"), e em outras partes do sudeste da Ásia, apesar de sua distribuição natural é preciso desconhecido. Ele está intimamente relacionado com vários outros comestíveis frutas tropicais, incluindo a lichia, longan, e mamoncillo. É nativa da Indonésia arquipélago, a partir de onde se espalhou para o oeste para a Tailândia, Burma, Sri Lanka e Índia;. norte para o Vietname e Filipinas.

FONTE: http://folhanewsletter.blogspot.com.br/2012/10/frutos-exoticos-pelo-mundo-fora.html

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

ACKEE ( Blighia Sápida )

Cientificamente nomeado em honra do capitão Bligh, que trouxe da Jamaica para a Inglaterra (Blighia) e por seu sabor salgado (sapida).


Fruto nativo da África Ocidental, ackee foi trazido aqui por escravos africanos ocidentais. A primeira evidência de ackee crescendo na Jamaica foi encontrado em 1700.

A árvore cresce ackee oito a quinze metros de altura. É flores semestralmente, às vezes com mais freqüência.

O fruto do ackee não é comestível em sua totalidade, apenas os amarelos, carnudos internos são consumidos.

A presença de de hypoglycine A no imaturo e sobre-maduro fruto é encontrado em ackee e isso faz com que seja venenoso em certas fases de seu desenvolvimento, é por isso que os jamaicanos acreditam que ackee deve abrir naturalmente para evitar a toxicidade.

É amplamente consumida na Jamaica e jamaicanos estão entre as únicas pessoas que comem isso.

Ackee é o fruto nacional da Jamaica e metade do pratos nacional, é o ackee e o pescado. Embora Ackee e o pescado é o prato mais popular, feita a partir do ackee, ele também é combinado com callaloo e carne de porco enlatada, cavala, bacon ou carne para outros pratos.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

MANDACARÚ

Arborescente, geralmente de até 10 metros de altura, forma colunar, muito ramificada desde a base, provida de espinhos longos. Flores grandes, alvas, que se abrem durante a noite.
Fruto: Tipo baga, alongado, casca grossa e vermelha quando maduro, polpa comestível, adocicada, branca  suculenta, contendo muitas sementes pequenas e de coloração preta.
Frutificação: Quase o ano todo, conforme as chuvas.
Propagação: Vegetativa

MANDACARÚ- PLANTA
Crescendo em todo tipo de solo árido, entre piçarrentos e pedregosos, perfeitamente adaptado a longos períodos de seca e sempre frutificando, o mandacaru é elemento indissociável da paisagem típica da Caatinga e do sertão nordestino. Seus ramos sempre verdes, os frutos vermelhos e as belíssimas flores brancas, que apenas dão o ar de sua graça durante a noite, são alguns dos poucos elementos de cor nesse cenário ermo e cinzento, que tão frequentemente maltrata a vida dos seus habitantes.

MANDACARÚ - FRUTO
Entretanto, a crença de que a floração do mandacaru anuncia a boa safra de chuvas na região, difundida pelas famosas palavras da música e refletida na cultura popular sertaneja, não pode ser entendida literalmente. Embora seu crescimento e sua frutificação estejam diretamente relacionados à disponibilidade de água no ambiente, sobretudo no solo, a crença popular baseia-se na idéia de que os verticilos florais, que surgem pela fecundação da flor, só cairão em terra molhada pela chuva, o que não se justifica cientificamente.
Isso de forma alguma minimiza o valor da fruta do mandacaru. Sua casca grossa, vermelha, de cerca de 10 cm de comprimento, guarda uma polpa branca e suculenta, pontilhada de sementes pequenas e negras. Apesar do sabor pouco apreciável, o mandacaru é bastante valorizado pelas populações locais, sobretudo para matar a sede, mas também para, com seus ramos, alimentar os animais – seja o gado, seja as aves domésticas – e produzir forragem.
Frequente nos estados de Alagoas, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuo, Sergipe, Bahia e no norte de Minas Gerais, o mandacaru, parente do figo-da-índia e da palma, tem ramos abundantes, considerando-se que se trata de um cacto. Estes crescem em ângulo agudo em relação ao solo e são levemente curvados, de modo que a árvore ganha a aparência de um candelabro. É daí que surge o nome de sua família, Cereus, derivado de “círio”, que significa “vela”.
É por causa dessa forma do caule, grosso e elíptico, que o mandacaru perde pouca água para a atmosfera. Munido de incontáveis espinhos e desprovido de folhas, sua superfície de evaporação é reduzida. Os espinhos, além disso, funcionam como protetores dos frutos, impedindo que sejam comidos diretamente pelos animais, na ausência de outros alimentos.
No entanto, do mandacaru não é apenas o fruto o que se aproveita. As raízes e o caule, de conteúdo diurético, são utilizados pelas populações sertanejas em inúmeros xaropes; os espinhos são usados como agulhas para tecer almofadas; o tronco seco serve de material para portas, janelas e  telhados; e a planta toda, de ornamentação em praças e avenidas.

BANANA ANANÁS

Também conhecida como:  Costela-de-Adão; banana-do-mato; Ceriman; Monstera; Abacaxi-do-reino é de origem mexicana, 
É uma planta com um aspecto bastante distinto das demais, sendo ela semi-herbácea e perene, o formato de suas grandes folhas lhe conferiram este nome.
De crescimento intenso, se fixando fortemente a paredes, podendo estragar a pintura da mesma. Seus frutos são considerados comestíveis, mas suas folhas são tóxicas, e tolera  muito bem baixas temperaturas. 
É bastante rústica, exigindo pouco do solo. Se desenvolve melhor em locais de meia-sombra, já que na natureza, se encontra abaixo de árvores. Quando plantada junto à parede ela se fixa e sobe.
Multiplica-se facilmente por estacas obtidas por divisão do caule ascendente e espesso. 
A banana-ananás apresenta-se como uma fruta exótica e e de custo alto, desconhecida da maioria das pessoas e em Portugal se pode encontrada nos mercados da Ilha da Madeira vendidas por unidade.
Produz muito bem em regiões de clima ameno e húmido.

Quando a fruta amadurece começa a cair pedaços da casca e é essa a altura de comer o interior, de cor branca.

Normalmente este fruto é para ser comido em 3 a 4 dias, dado que como amadurece progressivamente é aconselhável que o seu consumo não seja imediato na totalidade.

O seu sabor faz lembrar ananás e ao mesmo tempo a banana daí que em termos nutricionais seja rica em potássio, fósforo, cálcio, vitaminas A, B1, C e E, fibras, etc.

domingo, 12 de janeiro de 2014

ACHACHAIRÚ

O fruto é uma drupa com caca grossa, polpa branca, com ponta na base, de cor amarela. Originada na Bolívia em clima subtropical. Consumida ao natural.


Natural das florestas quente-úmidas da bacia amazônica, essa pequena árvore cresce facilmente a partir de sementes, em torno de  quatro anos em seu local de origem. É uma fruta bastante apreciada na Bolívia onde é largamente produzida e consumida. A planta tem o formato muito variavel, dependendo da região onde vegeta, e o fruto varia por região, com diferentes espécies cultivadas pelas populações locais.
O fruto do Achachairu é globoso-oblongo, de polpa branca, suculenta  e textura mucilaginosa com acentuado sabor doce-acidulado. Vem sendo cultivado no nordeste brasileiro e comercializada no Ceagesp, propagando-se por sementes.
Segundo o produtor Hélio Nogueira, a planta alcança no máximo oito metros de altura e produz cerca de três mil unidades. Leva seis anos para começar a produzir, se for plantada a partir da semente. Para não esperar todo esse período, ele começou experimentar enxertos e esse tempo caiu para três anos. "Este ano é o momento de divulgar a fruta, fazer as pessoas conhecerem", diz o produtor. Ele diz que a cultura do achachairu, nas condições climáticas do Cerrado, tem o período de florescimento entre os meses de julho a setembro. O amadurecimento dos frutos ocorre de novembro a janeiro.
O Achachairu é planta perene, de pequeno porte (6 a 9m), desenvolvendo-se bem em condições amenas de temperatura e solos ricos em matéria orgânica e bem drenados, com boa disponibilidade de água. Da familia das clusiaceae, "essa frutífera pertence ao gênero Garcinia  (ex-Rheedia), cujo parente mais famoso é o mangostão (Garcinia mangostana L.), originado no trópico asiático.

KIWANO

Também conhecido como: Kino, Kiwano, Quivano, Pepino-africano, Melão-corneta (Hornet Melon), Melão-gelatina (Jelly Melon), Melano
Origem : África (Deserto de Kalahari)
É mais uma trepadeira da família das Cucurbitaceaes que produzem frutos comestíveis, extremamente exóticos e medicinais.

O Kino, como é conhecido aqui no Brasil, é um fruto pouposo, saboroso, aromático, coberto por uma casca alaranjada com espinhos rijos e interior esverdeado, o que lhe confere uma aparência muito atraente.

Quando verde, o Kino tem sabor que lembra uma mistura e kiwi e pepino; quando maduro, seu sabor assemelha-se ao da banana. É um fruto relativamente médio, não ultrapassando 15cm de comprimento.

É consumido cru ou em formas de doces, pastas, compotas, geleias, em saladas, cozidos de carnes, etc. É rico em potássio e funciona como leve laxante e digestivo. Não deve ser conservado em geladeiras, uma vez que é muito sensível a baixas temperaturas. Se conservado em temperatura ambiente de 20 a 25˚C, prolonga sua duração por meses.


É nativo do deserto do Kalahary, no sul da África. Foi introduzido em diversos países europeus e inclusive na Nova Zelândia, que acabou se tornando seu maior produtor.


PITAYA DO ORIENTE

Frutos também conhecida como Fruta do Dragão 

Conheça a pitaya, fruta do Oriente que despertou interesse dos gricultores no Brasil

As primeiras mudas foram plantadas em São Paulo, que ainda é o maior estado produtor. 
Plantaram 5 variedade: Vermelha de polpa branca, Vermelhas de polpas roxa, Amarelas de polpas branca, Pitaya do cerrado, Pitaya Baby.
Também conhecida como fruta do dragão, por causa da casca irregular e dos gomos escamosos, a pitaya tem um leve sabor adocicado, que lembra o do kiwi. Com ação termogênica e apenas 50 calorias em cada 100 g. "Ela ainda é rica em vitamina C, cálcio, ferro, fósforo e potássio,


Foto da Pitaya de polpa roxa e Pitaya de polpa branca muito comum no México e também cultivada no brasil.











Foto: PITAYA AMARELA COM POLPA BRANCA

sábado, 11 de janeiro de 2014

TAMARILLO

Antes de 1967, a tamarillo era conhecido como o "tomate de árvore" 


FRUTO TAMARILLO
A tamarillo é nativo do Andes do Peru , Chile , Equador , Colômbia e Bolívia .
Hoje, ainda é cultivada em jardins e pequenos pomares para a produção local, e é uma das frutas mais populares nestas regiões. 
Outras regiões de cultivo são as áreas subtropicais de todo o mundo, como a África do Sul , Índia , Hong Kong , China , Estados Unidos ,Austrália e Nova Zelândia .
A primeira colheita internacionalmente comercializada de tamarillos na Austrália foi produzido por volta de 1996, embora os entusiastas de frutas exóticas de permacultura e tinha crescido cada vez mais o fruto de todo o país a partir de meados dos anos 1970.
Na Nova Zelândia, cerca de 2.000 toneladas são produzidas em 200 hectares de terra e exportado para os Estados Unidos, Japão Europa . Para a exportação, os canais de comercialização já existentes desenvolvidos para o kiwis são usados.


TAMARILLO  - PLANTA
A tamarillo também é cultivada com sucesso em altitudes mais elevadas da Malásia e Filipinas , e em Porto Rico . 
Nas planícies tropicais quentes, desenvolve-se apenas pequenas frutas. 

FONTE: http://en.wikipedia.org/wiki/Tamarillo


PEQUÍ

O fruto pode ser apreciado em variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. Além de doces e sorvetes.

PEQUÍ ou PEQUIÁ - o seu consumo requer alguns cuidados



O pequi, fruto do pequizeiro, é nativo do cerrado brasileiro. É muito utilizado na culinária da região Nordeste, Centro Oeste e norte de Minas Gerais. De sabor marcante e peculiar, o pequi é consumido cozido, puro ou misturado com arroz, frango. Da polpa pode se extrair também o azeite de pequi, um óleo usado para condimento e na fabricação de licores. Na língua indígena, pequi significa “casca espinhenta”.

De cor verde, quando maduro, possui em seu interior um caroço revestido por uma polpa macia e amarela, a parte comestível. O pequi pertence à família das cariocáceas, pode ser encontrado em toda a região Centro Oeste (considerada a capital da fruta), nos estados de Rondônia, Minas Gerais, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, visto que somente em Goiás podem ser encontradas todas as espécies. A frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro.

O pequi faz parte da culinária goiana há séculos, desde o início do século XVIII, nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa (cidade de Goiás). Por ser rico em óleo insaturado, vitaminas A, C e E; fósforo, potássio, magnésio e carotenóides; sua ingestão previne tumores, problemas cardiovasculares e evitam a formação de radicais livres.

O consumo do pequi requer cuidado, em razão dos inúmeros e minúsculos espinhos encontrados debaixo da polpa. Assim, é indicado que se roa o caroço, lentamente, ao invés de mordê-lo.
Uma unidade de pequi, pesa aproximadamente 50g e possui 40 calorias.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

JABUTICABA BRANCA

Por ser fruto de côr verde quando madura é conhecida como a fruta que nunca amadurece

A Jabuticaba Branca é uma espécie rara, Endêmica da Região da Mata Atlantica e que, infelizmente, está ameaçada de extinção.

Conhecida pelo seu nome indígena, ibatinga, que significa “fruta branca”, ou também por jabuticaba-verde e jabuticabatinga, a jabuticaba-branca (Myrciaria aureana) é uma espécie que está ameaçada de extinção.

A jabuticaba-branca é uma pequena árvore que atinge no máximo 5 metros de altura, e só ocorre em uma pequena faixa da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro, e nos vales da Serra da Mantiqueira, tanto em São Paulo quanto em Minas Gerais.

Possui polpa macia, aquosa e ácida, porém adocicada. Por ser uma fruta que, quando madura, ainda está verde, a melhor forma de saber se o fruto está apto para ser consumido é observando sua superfície. Se a casca estiver levemente aveludada, ela pode ser colhida sem receio. Pode ser utilizada in natura ou em geleias, licores, tortas, vinhos, doces e sorvetes.

Sua fruta é rica em vitaminas do complexo B, vitamina C, ferro, fósforo e cálcio. Antigamente era utilizada no tratamento de asma e tuberculose, sendo a água obtida da fervura de suas folhas e frutos utilizada em gargarejos por seresteiros

 Para mais informações   
Texto: Paula Louredo - Graduada em Biologia

ABACAXI

Em culinária pode ser utilizado como um poderoso amaciante de carnes. Habitualmente usa-se a polpa da fruta, mas seu miolo e as cascas podem ser aferventadas para produção de sucos. 












O Abacaxi é fonte de vitaminas A, B, C e ainda possui minerais como cálcio, manganês e ferro. Tem função digestiva (devido à bromelina, uma enzima que facilita a digestão de carnes), fortalece os ossos e é um excelente diurético natural, auxiliando na eliminação de toxinas pela urina e combatendo a retenção de líquido 

O abacaxi também conhecido como ananás, é oriundo da América do Sul e cultivado em qualquer região quente do planeta. O abacaxi tem uma enorme aceitação em toda parte do mundo, desde o natural como industrializado. 

ABACATE

São conhecidas mais de 500 espécies de abacate, das seguintes origens: a guatemalteca, a antilhana e a mexicana



Originário da América tropical, o abacate se espalhou até a América do Sul, podendo ser encontrado em todas as regiões do globo. De sabor suave e gosto bom, nem doce e nem amargo, o abacate é fruto macio, generoso e carnudo, de grande valor nutritivo e contribui com 20 a 25% do óleo usado em perfumaria.
Rico em calorias, o abacate é uma fruta considerada inimiga dos regimes de emagrecimento ou de manutenção de peso. 
Os abacates, assim como outras frutas e vegetais, contém vitaminas A e do complexo B e alguns sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. 

ABRICÓ DE MACACO

A exuberância da Amazônia em uma das árvores mais singulares da nossa flora.
Árvore de porte grande (8 a 15m) nativa da região amazônica.Suas flores de cor vermelha saem do caule e em grande quantidade, em seguida vem os frutos grandes e redondos, este conjunto é um dos mais belos e curiosos da natureza. Devido ao tamanho da árvore e dos frutos é recomendada para plantios em locais espaçosos tipo parques e grandes jardins.

Nome Popular: Abricó-de-macaco, curupita, castanha-de-macaco, cuia-de-macaco, árvore-de-macaco, cuiarana, amêndoa-dos-andes, macacarecuia
Origem: América do Sul (Floresta Amazônica) 
O abricó-de-macaco é uma árvore muito ornamental, originária da floresta amazônica. Apresenta folhas simples, alternadas, e de formato elíptico a lanceolado. As flores curiosamente surgem do tronco, em longas inflorescências do tipo rácemo, que podem chegar a 3 metros de comprimento. As flores contêm seis pétalas carnosas, esverdeadas, alaranjadas ou vermelhas e longos estames brancos, amarelos ou róseos com anteras amarelas. Elas exalam um delicado aroma de rosas, e são atrativas para abelhas e mamangavas, que encarregam-se da polinização. A floração pode perdurar por todo o ano, mas é mais intensa na primavera e verão.
Os frutos são grandes cáspulas globosas, de casca marrom e lenhosa, com cerca de 3 quilos e 20 cm de diâmetro, o que lhe valeu o nome em inglês decannon ball tree (árvore-bola-de-canhão). Sua polpa é gelatinosa, azulada e mal cheirosa, com 200 a 300 sementes. Apesar de comestíveis, os frutos não são apreciados, devido ao aroma desagradável. No entanto eles servem de alimento aos macacos e animais domésticos. O frutos do abricó-de-macaco levam quase um ano para amadurecer e podem ser muito perigosos quando caem.
Por este motivo, esta bela árvore não pode ser plantada em locais com circulação de pessoas e automóveis, como calçadas e ruas, assim como pequenos jardins residenciais. Sua beleza deve ser admirada à distância, geralmente em parques, jardins botânicos, grandes jardins e fazendas. O porte do abricó-de-macaco também é respeitável, podendo chegar de 15 a 25 metros de altura, e até 35 metros em seu habitat natural. Seu crescimento é rápido e sua madeira é macia, por este motivo, ela necessita de tutoramento nos primeiros anos após o plantio.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia o calor, a umidade e tolera o encharcamento. Nos primeiros anos é interessante proteger a muda do sol quente do meio-dia, da mesma forma como ela estaria sendo protegida pelas copas das árvores na floresta. A florações surgem a partir do quinto ano. Multiplica-se por sementes.

ABRICÓ DO PARÁ

 Também conhecido como Abricó Silvestre ou Abricó São Domingos.
O Abrocó possui um fruto carnoso, que possui apenas uma semente, dos seus brotos produz-se uma bebida embriagente chamada momin. 
Essa planta possui propriedades depurativas do sangue.




 ABRICÓ-DO-PARÁ, possui as vitaminas A, B1, B2, B5, e C.O abricó tem larga aplicação na medicina popular, especialmente no combate a cálculos renais, gota, ácido úrico, arteriosclerose (endurecimento das paredes das artérias), combate todo tipo de tumor, fortalece os dentes, previne a piorreia, hipertensão arterial e a deficiência de vitaminas B1 (tiamina) e C.O fruto tem o tamanho de uma laranja. Sua polpa é da mesma cor da abóbora. O fruto é consumido ao natural, pode-se também fazer doce. Das suas sementes se extrai um azeite que, aplicado no couro cabeludo, evita a queda de cabelos


Utilidades Medicinais

Ácido úrico - Usar abundantemente o abricó, fazendo refeições exclusivas desta fruta.

Catarro - Para as eliminações catarrais em geral recomenda - se fazer refeições compostas principalmente de abricó - do pará; mas não convêm usá-lo em excesso.

Febre - Chá das folhas, não muito forte. Morno, às colheradas.

Hipertensão arterial - Parece adequada a inclusão do abricó - do - pará na alimentação dos hipertensos.

Verminoses - Moer as sementes. Misturar com mel e tomar uma colher de sobremesa em jejum